outubro 14, 2010

SE UM DIA, EU TE VENCER

SE UM DIA, EU TE VENCER

Oh Pobreza!
Se um dia, eu te vencer!?
Não te admires
se um dia convidar
todos os meus chefes
amigos e combatentes
para uma grande festa de cafés
cantar, dançar até declamar
celebrar este victória
que me custa a vida!
Se eu te vencer!
Vai amanhecer
alvorecer de um dia
inesquecível
embora veja sendo impossível
mas capaz de surgir
pois o meu confiado
me prevalece
até á victória
se eu te vencer
acredite que hei – de
sobrevoar.


Filipe Alexandre Pedro

SE UM DIA, EU TE VENCER

SE UM DIA, EU TE VENCER

Oh Pobreza!
Se um dia, eu te vencer!?
Não te admires
se um dia convidar
todos os meus chefes
amigos e combatentes
para uma grande festa de cafés
cantar, dançar até declamar
celebrar este victória
que me custa a vida!
Se eu te vencer!
Vai amanhecer
alvorecer de um dia
inesquecível
embora veja sendo impossível
mas capaz de surgir
pois o meu confiado
me prevalece
até á victória
se eu te vencer
acredite que hei – de
sobrevoar.


Filipe Alexandre Pedro

setembro 07, 2010

ENTRE AS PAREDES!

ENTRE AS PAREDES!

Entre as paredes do teu coração
está escondida a minha felicidade
emergida dentro da tua cidade
em movimento numa reacção

Entre as concavidades da reacção
armada do teu coração está a verdade
que tanto me felicita nesta idade
em que me encontro procurador da acção

Musculatória da verdadeira felicidade.
Dê – me essa fabulosa e amorosa
felicidade, a tua paixão, oh mimosa

Pois entre si e entre nós há uma unidade
de dois corações amantes e apaixonados
que nunca fora encontrados nem conotados!


Filipe Alexandre Pedro

ENTRE AS PAREDES!

ENTRE AS PAREDES!

Entre as paredes do teu coração
está escondida a minha felicidade
emergida dentro da tua cidade
em movimento numa reacção

Entre as concavidades da reacção
armada do teu coração está a verdade
que tanto me felicita nesta idade
em que me encontro procurador da acção

Musculatória da verdadeira felicidade.
Dê – me essa fabulosa e amorosa
felicidade, a tua paixão, oh mimosa

Pois entre si e entre nós há uma unidade
de dois corações amantes e apaixonados
que nunca fora encontrados nem conotados!


Filipe Alexandre Pedro

setembro 05, 2010

SÓ MISTÉRIOS

SÓ MISTÉRIOS

Na adianteira de uma
amoreira, encontram – se
os mistérios da vida
onde quando te aconchego
prego
os meus frutos de amor
se pressinto só mistérios
são raros para outros planetas
mas avulsos nos meus aquários
oh com dor!

Só mistérios, estou cheio
de mistérios, quando meneio
algum ministério
em missões impossíveis
desta vida vacilada
pelo outrém
no babel
de encontrar
um verdadeiro
amor!
Em contra – mão me encontro
guiando um táxi
sem passageiro
mas cheio de fantasias
fantasmas
que me pasmam afirmando
eu estar iludido por umas asmas de amor
alheio enquanto eles se acham
Reis da terra!
Não encontro mesmo procurando
um cônjuge sério na idade
nos filhos, nas namoradas
na felicidade, fidelidade
me encontro cansada
se não deitada
na lixeira dos solteiros
dos mistérios deste mundo
sinceramente, não há homem.


Filipe Alexandre Pedro

SÓ MISTÉRIOS

SÓ MISTÉRIOS

Na adianteira de uma
amoreira, encontram – se
os mistérios da vida
onde quando te aconchego
prego
os meus frutos de amor
se pressinto só mistérios
são raros para outros planetas
mas avulsos nos meus aquários
oh com dor!

Só mistérios, estou cheio
de mistérios, quando meneio
algum ministério
em missões impossíveis
desta vida vacilada
pelo outrém
no babel
de encontrar
um verdadeiro
amor!
Em contra – mão me encontro
guiando um táxi
sem passageiro
mas cheio de fantasias
fantasmas
que me pasmam afirmando
eu estar iludido por umas asmas de amor
alheio enquanto eles se acham
Reis da terra!
Não encontro mesmo procurando
um cônjuge sério na idade
nos filhos, nas namoradas
na felicidade, fidelidade
me encontro cansada
se não deitada
na lixeira dos solteiros
dos mistérios deste mundo
sinceramente, não há homem.


Filipe Alexandre Pedro

agosto 22, 2010

REENCANTOS DOS REENCONTROS!

REENCANTOS DOS REENCONTROS!

Naquela frondoza mafureira
debaixo das verdes folhas
na sombra que arrefece
os corações varridos
pela solidão arrefece
as melancolias confortuosamente
como a fogueira
da figueira
seca que amanhece
enconbrindo os solitários
aliás solteiros
com “s” maiúsculo.

Reencantos dos reencontros
lá debaixo das verdes folhas
onde os encontros
se fazem sentir
na pele, na carne e no sangue
atingindo o coração
nos sentimentos adiantados
pela morribundidade
da solidão.

Reencantos dos reencontros
recordamos os velhos
momentos bem e mal passados
pela visão e pela vizinhança
pela vingança
ardem os corações como se estivessem
no forno por perder
os bons momentos
alheios de boa vontade!
É verdade!
Nos reencantos dos reencontros
recordamos a primeira
soltada de voz gaguejada
primeiro piscar de olho
primeiro riso bem escovado
e polido pela paixão
e sensação de querer
amar e amar
cada vez mais
que os olhares
se cruzam na meia distância
despontando a paixão e a grande
ansiedade
de união!
Reencantos dos reencontros
almejamos
o passado e concretizamos
o presente,
apostamos no futuro
e sentimos a demora do mesmo
cantamos e choramos
uma lágrima gotejada
cheia de emoção
de demorar reviver
o passado vendo o futuro
flutuante como um barco
á remo!
O presente como um rodopiar
de um pião
no seu sentidos inverso
da palavra e do seu manejador!

Com certeza, nos reencantos
encontramos sempre os encantos
dos reencontros nos perguntando
sobre o passado, o presente
até a previsão do futuro
que sentimos o cheiro dele
mas demorado de chegar!

Reencantos dos reencontros
do passado, presente até futuro
agarrando com garras o puro!
O puro que emerge e reemerge
de fronte dos seus utentes!


Changalane, aos 22 de Agosto de 2010
Filipe Alexandre Pedro