ENTRE AS PAREDES!
Entre as paredes do teu coração
está escondida a minha felicidade
emergida dentro da tua cidade
em movimento numa reacção
Entre as concavidades da reacção
armada do teu coração está a verdade
que tanto me felicita nesta idade
em que me encontro procurador da acção
Musculatória da verdadeira felicidade.
Dê – me essa fabulosa e amorosa
felicidade, a tua paixão, oh mimosa
Pois entre si e entre nós há uma unidade
de dois corações amantes e apaixonados
que nunca fora encontrados nem conotados!
Filipe Alexandre Pedro
Só Poesia, Sentimentos, amor, amizade, paixão, razão de ser e saber estar na tristeza e alegria, bons e maus momentos, saudade e anseios, sabedória e conhecimento. Poesia sempre em primeiro.
setembro 07, 2010
ENTRE AS PAREDES!
ENTRE AS PAREDES!
Entre as paredes do teu coração
está escondida a minha felicidade
emergida dentro da tua cidade
em movimento numa reacção
Entre as concavidades da reacção
armada do teu coração está a verdade
que tanto me felicita nesta idade
em que me encontro procurador da acção
Musculatória da verdadeira felicidade.
Dê – me essa fabulosa e amorosa
felicidade, a tua paixão, oh mimosa
Pois entre si e entre nós há uma unidade
de dois corações amantes e apaixonados
que nunca fora encontrados nem conotados!
Filipe Alexandre Pedro
Entre as paredes do teu coração
está escondida a minha felicidade
emergida dentro da tua cidade
em movimento numa reacção
Entre as concavidades da reacção
armada do teu coração está a verdade
que tanto me felicita nesta idade
em que me encontro procurador da acção
Musculatória da verdadeira felicidade.
Dê – me essa fabulosa e amorosa
felicidade, a tua paixão, oh mimosa
Pois entre si e entre nós há uma unidade
de dois corações amantes e apaixonados
que nunca fora encontrados nem conotados!
Filipe Alexandre Pedro
setembro 05, 2010
SÓ MISTÉRIOS
SÓ MISTÉRIOS
Na adianteira de uma
amoreira, encontram – se
os mistérios da vida
onde quando te aconchego
prego
os meus frutos de amor
se pressinto só mistérios
são raros para outros planetas
mas avulsos nos meus aquários
oh com dor!
Só mistérios, estou cheio
de mistérios, quando meneio
algum ministério
em missões impossíveis
desta vida vacilada
pelo outrém
no babel
de encontrar
um verdadeiro
amor!
Em contra – mão me encontro
guiando um táxi
sem passageiro
mas cheio de fantasias
fantasmas
que me pasmam afirmando
eu estar iludido por umas asmas de amor
alheio enquanto eles se acham
Reis da terra!
Não encontro mesmo procurando
um cônjuge sério na idade
nos filhos, nas namoradas
na felicidade, fidelidade
me encontro cansada
se não deitada
na lixeira dos solteiros
dos mistérios deste mundo
sinceramente, não há homem.
Filipe Alexandre Pedro
Na adianteira de uma
amoreira, encontram – se
os mistérios da vida
onde quando te aconchego
prego
os meus frutos de amor
se pressinto só mistérios
são raros para outros planetas
mas avulsos nos meus aquários
oh com dor!
Só mistérios, estou cheio
de mistérios, quando meneio
algum ministério
em missões impossíveis
desta vida vacilada
pelo outrém
no babel
de encontrar
um verdadeiro
amor!
Em contra – mão me encontro
guiando um táxi
sem passageiro
mas cheio de fantasias
fantasmas
que me pasmam afirmando
eu estar iludido por umas asmas de amor
alheio enquanto eles se acham
Reis da terra!
Não encontro mesmo procurando
um cônjuge sério na idade
nos filhos, nas namoradas
na felicidade, fidelidade
me encontro cansada
se não deitada
na lixeira dos solteiros
dos mistérios deste mundo
sinceramente, não há homem.
Filipe Alexandre Pedro
SÓ MISTÉRIOS
SÓ MISTÉRIOS
Na adianteira de uma
amoreira, encontram – se
os mistérios da vida
onde quando te aconchego
prego
os meus frutos de amor
se pressinto só mistérios
são raros para outros planetas
mas avulsos nos meus aquários
oh com dor!
Só mistérios, estou cheio
de mistérios, quando meneio
algum ministério
em missões impossíveis
desta vida vacilada
pelo outrém
no babel
de encontrar
um verdadeiro
amor!
Em contra – mão me encontro
guiando um táxi
sem passageiro
mas cheio de fantasias
fantasmas
que me pasmam afirmando
eu estar iludido por umas asmas de amor
alheio enquanto eles se acham
Reis da terra!
Não encontro mesmo procurando
um cônjuge sério na idade
nos filhos, nas namoradas
na felicidade, fidelidade
me encontro cansada
se não deitada
na lixeira dos solteiros
dos mistérios deste mundo
sinceramente, não há homem.
Filipe Alexandre Pedro
Na adianteira de uma
amoreira, encontram – se
os mistérios da vida
onde quando te aconchego
prego
os meus frutos de amor
se pressinto só mistérios
são raros para outros planetas
mas avulsos nos meus aquários
oh com dor!
Só mistérios, estou cheio
de mistérios, quando meneio
algum ministério
em missões impossíveis
desta vida vacilada
pelo outrém
no babel
de encontrar
um verdadeiro
amor!
Em contra – mão me encontro
guiando um táxi
sem passageiro
mas cheio de fantasias
fantasmas
que me pasmam afirmando
eu estar iludido por umas asmas de amor
alheio enquanto eles se acham
Reis da terra!
Não encontro mesmo procurando
um cônjuge sério na idade
nos filhos, nas namoradas
na felicidade, fidelidade
me encontro cansada
se não deitada
na lixeira dos solteiros
dos mistérios deste mundo
sinceramente, não há homem.
Filipe Alexandre Pedro
agosto 22, 2010
REENCANTOS DOS REENCONTROS!
REENCANTOS DOS REENCONTROS!
Naquela frondoza mafureira
debaixo das verdes folhas
na sombra que arrefece
os corações varridos
pela solidão arrefece
as melancolias confortuosamente
como a fogueira
da figueira
seca que amanhece
enconbrindo os solitários
aliás solteiros
com “s” maiúsculo.
Reencantos dos reencontros
lá debaixo das verdes folhas
onde os encontros
se fazem sentir
na pele, na carne e no sangue
atingindo o coração
nos sentimentos adiantados
pela morribundidade
da solidão.
Reencantos dos reencontros
recordamos os velhos
momentos bem e mal passados
pela visão e pela vizinhança
pela vingança
ardem os corações como se estivessem
no forno por perder
os bons momentos
alheios de boa vontade!
É verdade!
Nos reencantos dos reencontros
recordamos a primeira
soltada de voz gaguejada
primeiro piscar de olho
primeiro riso bem escovado
e polido pela paixão
e sensação de querer
amar e amar
cada vez mais
que os olhares
se cruzam na meia distância
despontando a paixão e a grande
ansiedade
de união!
Reencantos dos reencontros
almejamos
o passado e concretizamos
o presente,
apostamos no futuro
e sentimos a demora do mesmo
cantamos e choramos
uma lágrima gotejada
cheia de emoção
de demorar reviver
o passado vendo o futuro
flutuante como um barco
á remo!
O presente como um rodopiar
de um pião
no seu sentidos inverso
da palavra e do seu manejador!
Com certeza, nos reencantos
encontramos sempre os encantos
dos reencontros nos perguntando
sobre o passado, o presente
até a previsão do futuro
que sentimos o cheiro dele
mas demorado de chegar!
Reencantos dos reencontros
do passado, presente até futuro
agarrando com garras o puro!
O puro que emerge e reemerge
de fronte dos seus utentes!
Changalane, aos 22 de Agosto de 2010
Filipe Alexandre Pedro
Naquela frondoza mafureira
debaixo das verdes folhas
na sombra que arrefece
os corações varridos
pela solidão arrefece
as melancolias confortuosamente
como a fogueira
da figueira
seca que amanhece
enconbrindo os solitários
aliás solteiros
com “s” maiúsculo.
Reencantos dos reencontros
lá debaixo das verdes folhas
onde os encontros
se fazem sentir
na pele, na carne e no sangue
atingindo o coração
nos sentimentos adiantados
pela morribundidade
da solidão.
Reencantos dos reencontros
recordamos os velhos
momentos bem e mal passados
pela visão e pela vizinhança
pela vingança
ardem os corações como se estivessem
no forno por perder
os bons momentos
alheios de boa vontade!
É verdade!
Nos reencantos dos reencontros
recordamos a primeira
soltada de voz gaguejada
primeiro piscar de olho
primeiro riso bem escovado
e polido pela paixão
e sensação de querer
amar e amar
cada vez mais
que os olhares
se cruzam na meia distância
despontando a paixão e a grande
ansiedade
de união!
Reencantos dos reencontros
almejamos
o passado e concretizamos
o presente,
apostamos no futuro
e sentimos a demora do mesmo
cantamos e choramos
uma lágrima gotejada
cheia de emoção
de demorar reviver
o passado vendo o futuro
flutuante como um barco
á remo!
O presente como um rodopiar
de um pião
no seu sentidos inverso
da palavra e do seu manejador!
Com certeza, nos reencantos
encontramos sempre os encantos
dos reencontros nos perguntando
sobre o passado, o presente
até a previsão do futuro
que sentimos o cheiro dele
mas demorado de chegar!
Reencantos dos reencontros
do passado, presente até futuro
agarrando com garras o puro!
O puro que emerge e reemerge
de fronte dos seus utentes!
Changalane, aos 22 de Agosto de 2010
Filipe Alexandre Pedro
julho 09, 2010
DEDICATÓRIA
DEDICATÓRIA
A solidão, saudade
tristeza e felicidade
fé, o amor
paixão e a herança
dos camões e Craverinha
a paciência, atenção
a verdade e eficiência
saúde e vida
ao abstrato, a dor
perseverança
enfim, as pulgas
que me ensinam a chorar
dedico a distância
e ao cansaço
á minha rainha do intelecto
do vazio, do ninguém.
Changalane, aos 09 de Julho de 2010
Filipe Alexandre Pedro
A solidão, saudade
tristeza e felicidade
fé, o amor
paixão e a herança
dos camões e Craverinha
a paciência, atenção
a verdade e eficiência
saúde e vida
ao abstrato, a dor
perseverança
enfim, as pulgas
que me ensinam a chorar
dedico a distância
e ao cansaço
á minha rainha do intelecto
do vazio, do ninguém.
Changalane, aos 09 de Julho de 2010
Filipe Alexandre Pedro
NA CAPULANA
NA CAPULANA!
Conheci – te na capulana
quando mendiguei
a loucura do verdadeiro
louvor de amor
na capulana enxugada
de responsabilidade
fidelidade
embora rasgada
te vi e te amei
carreguei na altura
em que meneiava
a paixão da compaixão
violada pela sociedade
na capulana rasgada
via uma mulher
não uma estátua
de mulher!
Via – te inocente
da minha paixão
amarfanhada no meu rosto
aprisionado de amor
inalcançável da minha vida.
Changalane, aos 09 de Julho de 2010
Filipe Alexandre Pedro
Conheci – te na capulana
quando mendiguei
a loucura do verdadeiro
louvor de amor
na capulana enxugada
de responsabilidade
fidelidade
embora rasgada
te vi e te amei
carreguei na altura
em que meneiava
a paixão da compaixão
violada pela sociedade
na capulana rasgada
via uma mulher
não uma estátua
de mulher!
Via – te inocente
da minha paixão
amarfanhada no meu rosto
aprisionado de amor
inalcançável da minha vida.
Changalane, aos 09 de Julho de 2010
Filipe Alexandre Pedro
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